17 Maio 2009

Lula, Aécio e José Alencar tocando Viola


Fonte: http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/04/07/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=105620/em_noticia_interna.shtml
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03 Maio 2009

Carruagens de Fogo na Viola Caipira

Dando continuidade a divulgação músicas aqui no blog, apresento Carruagens de Fogo interpretada na Viola Caipira.

A música Carruagens de Fogo (Chariots of Fire), composta por Vangelis, foi tema de filme com o mesmo nome, que consagrou a música, tendo obtido em 1982 o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original. O tema ficou no topo da lista da Billboard americana por uma semana.

Esta gravação  foi feita por mim a dois anos atrás para testar uma mesa de som de 3 canais Behringer que comprei.

Utilizo nesta música a técnica na viola de ficar tocando continuamente a primeira corda com os dedos indicador e médio, para fazer a base e o ritmo, enquanto o polegar faz o solo.

Creio que este tema serve para demonstrar a versatilidade da Viola Caipira.

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07 Janeiro 2009

Música: Gaúcho Destino

Inicio com este post a publicação de algumas músicas de minha autoria.

Compus  a música Gaúcho Destino em 1993 para participar do I Festival de Música Gaúcha de Água Boa - MT, onde  foi premiada com o troféu de Música Mais Popular. Em 1995 participamos do III Grito Pampeano do Nativismo em Canarana - MT, onde a música foi selecionada para o disco. Foram jurados neste festival Honeide Bertussi, Telmo de Lima Freitas, Délcio Tavares, Edson Otto e João Roberto Homrisch.

A melodia e o andamento brincam com os ritmos Milonga, de execução geralmente lenta e melódica, utilizada também para acompanhar os poetas-payadores, e a Vanera, ritmo quase que exclusivamente dançante, porém um pouco mais lento que o Vanerão. A transição entre ambos é feita por um Chamamé bem marcado e marca a passagem de incertezas e dificuldades para  festa, alegria e satisfação.
A idéia inicial da música, era falar do imaginário dos gaúchos que vieram para o Mato Grosso, com a vontade de descobrir novos caminhos, de achar o seu eldorado e de carregar em sua mala de garupa a cuia de mate e suas tradições.
Hoje, penso que a letra acabou se referindo de forma geral ao espírito universal do gaúcho, como pude perceber recentemente na Argentina,  de tentar sempre descortinar novos horizontes, de não se eximir de nenhuma luta nem peleia,  valorizando  a  sua cultura e fazendo dela motivo de festa e alegria.

Gaúcho Destino
Autor: Dalci de Jesus Bagolin
Intérprete: Paulo Henrique Rebelatto

Nesta vida campesina, certo dia me bandiei
Cruzei estradas, céus e trilhas, meio xucro me criei
Seguindo os passos do tempo, ainda não me parei
Encontrei pedras e espinhos, nos lugares que deixei
Na vida que la se vai

Vou, vou em qualquer caminho
Gaúcho Destino não sabe parar

Abre a gaita fandangueira para a tristeza tosquear
Milonga vira vanera prá todo mundo dançar
Quando me lembro solito, dos fandangos de galpão
Do churrasco domingueiro, e das rodas de chimarrão
Me levo pelo compasso do mais louco vanerão
Mas logo a milonga volta, pra pialar o coração

É por isso que o gaúcho, faz na vida gauderiar
Sua chegada é o caminho, o seu destino o seu lar
Sem caudilho e sem patrão, lutando contra o rebenque
Tem o sonho na garupa, e o horizonte na frente

Vou, vou em qualquer caminho
Gaúcho Destino não sabe parar

Abre a gaita fandangueira para a tristeza tosquear
Milonga vira vanera prá todo mundo dançar
Nem a guaiaca vazia, não serve para apagar
O brilho da chinoquinha e a vontade de cantar
Esquecendo dos espinhos da vida de gauderiar
Deixo a milonga de lado para a vanera tocar


Como podem ouvir abaixo, a técnica de gravação, infelizmente, não foi das melhores.
A introdução no violão, que foi a primeira parte que criei, ficou um pouco ruim, mas depois melhora.

Agradeço ao amigo Paulo Henrique Rebelato pela interpretação, que deu vida, voz e sentimento a esta música. Acompanharam a gravação, eu no violão, Betinho na gaita, Gilmar Barella no baixo e o grande Caio Rodrigues no bumbo leguero.

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09 Março 2008

GTD no Palm e as abordagens Top-Down e Bottom-Up

GTD - Getting Things Done - é um sistema de gerenciamento pessoal, desenvolvido no livro A Arte de Fazer Acontecer de David Allen.

Já publiquei aqui um post sobre GTD que transcreve um artigo de Augusto Campos do blog efetividade.net.

O texto abaixo tem origem em uma mensagem enviada por mim ao grupo gtdbr:

Os sistemas de gerenciamento o organização pessoal podem ser classificados em duas abordagens diferentes:

* Top-Down (De cima para baixo): Partem dos grandes objetivos e metas individuais para chegar nas ações do dia a dia. As Áreas (Financeira, Carreira, Saúde, Relacionamentos, Espiritual, Lazer) são desdobradas em Projetos e Sub-Projetos e estes finalmente em Ações. São exemplos o método da FranklinCovey, baseado no livro de Stephen Covey - Os Sete Hábitos Das Pessoas Muito Eficazes e o método desenvolvido por Anthony Robbins (autor do livro de PNL Poder Sem Limites) chamado inicialmente de RPM -Rapid Planning Method , depois rebatizado de OPA - Outcome-Focused Purpose-Driven Action Plan.

* Bottom-Up (De baixo para cima): Centralizam a atenção nas tarefas do dia a dia gerenciando-as de forma a aumentar a execução e combater a proscratinação. O método GTD se enquadra nesta categoria. Apesar de David Allen utilizar a organização das ações em Projetos e de citar no Capítulo 2 de seu livro o Modelo de Seis Níveis para Revisão do Trabalho, isto é não é o foco central do GTD e sim as próximas ações.

Para maiores informações sobre a abordagem Top-Down X Botton-Up ver (em inglês):
http://www.michaelsampson.net/2006/12/what_drives_pro.html
http://www.michaelsampson.net/2006/12/reflections_on_.html
http://pascalvenier.com/blog/?p=180
http://zenhabits.net/2007/02/think-about-your-life-goals/
http://www.writingonyourpalm.net/column040202.htm
http://www.ericmackonline.com/ICA/blogs/emonline.nsf/dx/top-down-or-bottom-up
http://www.stevepavlina.com/blog/index.php?p=59#comments
http://www.davidco.com/forum/showthread.php?t=1882

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. O gerenciamento das ações no dia a dia é que farão as coisas acontecerem, mas um sistema que defina claramente metas e objetivos de médio e longo prazos é fundamental.

Assim, tentei implementar no Palm um híbrido dos dois sistemas, que me permitissem a visão macro dos objetivos e ao mesmo tempo o GTD clássico para as ações. Isto é uma discussão a recorrente aqui do fórum de como organizar as ações ao mesmo tempo em contextos e em projetos.

Para isso tentei vários programas (Lifebalance, Shadow, Agendus, ToDo do Palm, ListPro, HandyShpr, etc) mas nenhum deles me atendia plenamente.

Recentemente encontrei uma solução que me satisfez e que quero partilhar com vocês.

Consiste no uso do Project (sourceforge.net/projects/progect) associado ao ToDo do Palm.
O Progect é um programa open source de listas hierarquizadas que permite sincronização de tarefas com o ToDo do Palm.

Funciona assim :

1. Cadastro nas Categorias do ToDo e do Progect os meus contextos (@home, @call, @office, etc)
2. Crio no Progect as Áreas (Financeira, Carreira, Saúde, Relacionamentos, Espiritual, Lazer) no primeiro nível. No memorando associado a cada área posso definir Missão/Propósito, Visão/Metas/Objetivos e outros dados necessários.
3. Dentro de cada Área crio meus Projetos e Sub-Projetos (vários níveis possíveis)
4. Para cada Projeto/Sub-Projeto defino as ações necessárias definindo o contexto de cada uma.
5. Na Revisão Semanal marco as ações que serão executadas para serem sincronizadas com o ToDo.
6. Desta forma aparecem no ToDo apenas as próximas ações a serem executadas, que ao serem marcadas como executadas no ToDo também o são no Progect.
7. Na próxima revisão semanal ou quando necessário marco as próximas ações de cada projeto.
8. Aquelas pequenas ações que tem que ser feitas mas que não se vinculam a nenhum projeto são gerenciadas diretamente no ToDo.

Desta forma tenho o gerenciamento de Projetos e das Próximas Ações de forma independente, porém interligados, sem redundância, ligando meus grandes objetivos com minhas próximas ações.
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26 Janeiro 2007

SPED - Sistema Público de Escrituração Digital

O Sped – mais um avanço na informatização da relação fisco-contribuinte – consiste na modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias, transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores, utilizando-se da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo assim a validade jurídica apenas na sua forma digital.
É composto por três grandes subprojetos: Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e a NF-e - Ambiente Nacional

O SPED será implementado durante 2007 e será exigido a partir de 2008.
Ele substituirá o SINTEGRA e vários outros arquivos que devem ser enviados ao FISCO

Site: http://www.sped.fazenda.gov.br/

Para discutir melhor o SPED criei um Grupo no Google:

Grupos do Google (versão beta)

SPED - Sistema Público de Escrituração Digital
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20 Dezembro 2006

Este Blog

Este blog é para compartilhar temas de estudo em várias áreas do conhecimento. O objetivo é concentrar aqui conceitos, sínteses, notícias, comentários e listas de consulta coletados, formulados e organizados ao longo do tempo.
As principais áreas de interese são Administração, Agronomia, Contabilidade, Informática, Psicologia, Política, Cultura Popular e Música
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12 Dezembro 2006

Dados da Estação Meteorológica de Água Boa – Boletim 014 – 12/12/06

Favor citar ao divulgar a fonte :

Ass. Eng. Agrônomos de Água Boa – AEAAB / SICREDI Araguaia

Dados até 12/12/2006

Setembro 19,1 mm
Outubro 188,4 mm
Novembro 324,6 mm
Dezembro 623,8 mm
------------------------------------------------
Total 2005/2ºSem 1.155,9 mm

Janeiro 190,8 mm
Fevereiro 546,8 mm
Março 218,2 mm
Abril 189,4 mm
Maio 0,0 mm
Junho 0,0 mm
Julho 0,0 mm

Agosto 0,0 mm
Setembro 71,6 mm
Outubro 328,6 mm
Novembro 172,8 mm
Dezembro 154,4 mm

Acumulado 2005/2006 2.301,1 mm
Acumulado 2006/2007 724,4 mm

Maior Precipitação em 1 dia
=> 24/10/06 = 91,2 mm
Maior Precipitação em 1 hora
=> 24/10/06 às 15:00 = 63,6 mm


Os dados completos encontram-se nos arquivos abaixo, seguindo a seguinte ordem:

D – Data
H - Rel.Hum.- Humidade Relativa (%) média
T - Airtemp – Temperatura do Ar (Cº) média
R - Radiation – Radiação (W/m2) média
C - Brightness – Comprimento do Dia (horas) total
M - LeafWetness – Molhamento Foliar (horas) total
V - Windspeed – Velocidade do Vento (m/s) média
P - Precipit. - Precipitação (mm) soma


Dados por Hora
Dados por Dia
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07 Dezembro 2006

Linha burra na “moratória” da soja

Em artigo publicado no dia 6 de novembro, quarta-feira, no jornal Folha de S. Paulo, o coordenador da campanha 'Y Ikatu Xingu pelo Instituto Socioambiental (ISA), Márcio Santilli, analisa o acordo firmado entre a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), o Greenpeace e grandes traders para uma "moratória" na compra da soja oriunda de novos desmatamentos. Santilli conclui que os importadores europeus estão fazendo uma interpretação perversa do pacto. Confira abaixo a íntegra do texto.

Acordo entre Greenpeace, Abiove e traders para uma "moratória" na compra da soja oriunda de novos desmatamentos está sendo interpretado de maneira perversa por importadores europeus, segregando produtores sem estimular a melhoria da qualidade socioambiental da produção. Melhor seria compartilhar no interior da cadeia produtiva os custos relativos à melhoria da qualidade.

A produção da soja tem suscitado acirrados debates. Em se tratando de uma atividade altamente capitalizada, pelo menos até o início da recente crise, e que é destinada ao mercado internacional, sob fortes demanda e concorrência, ela tem sido alvo de pressões mais agudas e freqüentes do que outras cadeias produtivas.

Um foco importante de debate se refere ao plantio de variedades transgênicas, ainda mal resolvido. Outro viés da polêmica diz respeito à qualidade socioambiental do produto: se ele provém de propriedades em que é respeitada a legislação trabalhista e ambiental, no que se refere à eventual ocorrência do uso do trabalho infantil ou forçado ou à supressão da cobertura vegetal nativa.

Bem mais crítica é a conexão com o desmatamento na Amazônia, que alcançou índices pornográficos em anos recentes, com impactos negativos sobre a biodiversidade e o clima. A maior parte do passivo ambiental na região está concentrada na pecuária, mas há regiões em que ocorre a conversão de floresta em plantações de soja, além do impacto indireto que geram ao deslocar outras atividades para áreas até então florestadas.

Nesse contexto, movimentos ambientalistas e de produtores alternaram críticas mútuas e tentativas de negociações sobre critérios de sustentabilidade para a produção, sobretudo em relação àquela destinada ao mercado europeu, onde são maiores as exigências dos consumidores e o poder de pressão dos ambientalistas.

Paralelamente, o Greenpeace realizou um movimento de pressão sobre os principais importadores europeus que resultou no anúncio de uma "moratória" na aquisição da soja que venha a ser produzida em áreas de novos desmatamentos. Como é difícil saber ao certo se a produção advém de áreas recentemente desmatadas, os compradores europeus encontraram uma maneira mais fácil de se esquivar da pressão dos ambientalistas, deixando de comprar a soja produzida ao norte da linha divisória entre o cerrado e a floresta amazônicos.

Assim, o resultado concreto do acordo entre o Greenpeace e a Abiove está sendo perverso. Estabelece uma linha burra, pois não há nada que garanta que a soja comprada ao sul esteja sendo produzida de acordo com as boas práticas ambientais e prejudica os esforços daqueles que eventualmente estejam produzindo de forma adequada ao norte da divisória ou que pretendam melhorar a qualidade da produção.

Se essa tendência prevalecer, como ficarão os proprietários sediados no bioma florestal? Deverão abrir mão das boas práticas, já que estarão excluídos dos mercados mais qualitativos? Embarcarão na onda das variedades transgênicas ou mudarão para a pecuária ou a cana-deaçúcar? De onde poderão obter recursos necessários à melhoria da qualidade da sua produção? E, por outro lado, liberada de qualquer critério, a produção de soja ao sul não pressionará ainda mais o bioma do cerrado, onde nascem as águas que formam a Bacia Amazônica?

A questão central está no planejamento da propriedade, e não na sua localização geográfica. E, embora novos desmatamentos sejam sempre indesejáveis, há casos em que eles são legalmente possíveis.

A discussão sobre critérios deve prosseguir ao largo desse equívoco, de modo a gerar um paradigma positivo que possa se estender às demais cadeias produtivas. Muito melhor que a suposta "moratória" seria enfrentar a questão concreta dos custos socioambientais de uma produção de boa qualidade por meio da constituição de um fundo composto por uma taxação acordada nas transações comerciais que seja revertido para projetos de apoio aos produtores dispostos a sanar os seus passivos ambientais e a melhorar a qualidade do seu produto. Se os compradores e consumidores desejam dispor sempre de soja de boa qualidade, devem colaborar ativamente com os seus parceiros, compartilhando os custos implícitos, venha ela de onde vier.

Márcio Santilli
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03 Dezembro 2006

A receita do sucesso de Bernadinho

* Busque a excelência constantemente., não apenas em um aspecto da vida.

* Não existe topo, não existe um patamar, mas há sempre outra montanha a ser galgada.

* O líder não se contenta com o máximo de cada um de sua equipe.

* Você nunca é o melhor. Você está o melhor.

* O importante é ter um plano de ação, para, se preciso, modificá-lo.

* Não quer errar? Não faça. Não quer perder? Não jogue.

* Só erra quem dirige.

(Extraído da revista de bordo da GOL número 7, setembro/2002)

Leia aqui entrevista onde Bernardinho detalha mais sua receita de sucesso.


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15 Novembro 2006

Suinocultura: Procedimentos e Controle

Ao ministrar o Curso de Administração Rural do CEPROTEC em Água Boa, ao discutir a aplicação da Qualidade total na Suinocultura resgatei aulguns materiais que produzi quando criava suínos:

Para saber mais sobre utilização da Qualidade Total na Agricultura ver o artigo A GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL NA AGROPECUÁRIA: ASPECTOS INTRODUTORIOS
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13 Novembro 2006

GTD: Conheça um método eficaz de organização e produtividade pessoal que pode melhorar sua motivação e seus resultados - Por Augusto Campos

A metodologia GTD, ou Getting Things Done, foi descrita inicialmente no livro “Getting Things Done: The Art of Stress-Free Productivity“, de David Allen. Os preceitos de Allen (veja um resumo deles na Wikipedia), baseados em idéias simples e relativamente fáceis de manter, por não dependerem de nenhuma técnica complexa nem de suporte tecnológico avançado, vêm ganhando adeptos no mundo todo, e inclusive me inspiraram a criar o Efetividade.net - embora eu esteja longe de ser um dos seguidores quase religiosos que seguem à risca os dogmas do “Culto de Allen”




Em compensação, após ter lido e estudado os 2 métodos recentes aparentemente mais populares no Brasil, acredito que quem está em busca de organização e produtividade pessoal está muito melhor nas mãos de David Allen e sua metodologia GTD do que se buscar ajuda da Franklin-Covey e seus “7 hábitos das pessoas muito eficazes”, método que está muito mais próximo da escala da auto-ajuda.

As idéias de David Allen são realmente simples e fáceis de botar em prática, se baseando em uma premissa que qualquer um compreende sem esforço: nossa capacidade de ser produtivos é diretamente proporcional à nossa capacidade de deixar o trabalho fluir sem necessidade de intervenção consciente no gerenciamento da seqüência de tarefas. É preciso criar uma base de organização mental e do ambiente para poder atingir o patamar desejado de produtividade com menos stress, liberando o nosso potencial criativo.

E o método está longe de ser abstrato. Embora inclua “regras” como as que permitem escolher quais tarefas realizar imediatamente e quais adiar, ou como tratar a sua lista de atividades e projetos pendentes, ele também envolve aspectos bastante práticos, incluindo sugestões sobre qual a melhor forma de armazenar e classificar o oceano de papéis (contas, bilhetes, relatórios, etc.) em que nossas vidas flutuam, ou como usar um Palm ou o seu cliente de e-mail a seu favor, e não contra a sua produtividade.

Veja abaixo como se informar melhor (e em português) sobre os métodos e conceitos de produtividade pessoal e o ganho de motivação e desempenho que o método GTD pode trazer.



Para saber mais sobre GTD em português, recomendo a leitura da tradução mais recente do livro que descreve o método, que no Brasil recebeu o título de “A Arte de Fazer Acontecer“, com o subtítulo de “Uma fórmula anti-stress para estabelecer prioridades e entregar soluções no prazo”. O link é do Submarino, mas você deve encontrar o livro à venda em sua livraria preferida, já que é da editora Campus e foi publicado em 2005. São 224 páginas de tradução bem feita e fácil de ler, eu comprei (mesmo já tendo lido a versão em inglês anteriormente) e achei que valeu o investimento de R$ 39,00 (na época).


Se você já conhece o básico do GTD e quer dar o próximo passo, uma sugestão é ler também o novo livro do próprio David Allen, lançado nos EUA 2 anos depois do Getting Things Done com o sugestivo título de “Ready for Anything: 52 Productivity Principles for Work and Life“. Eu recebi meu exemplar esta semana e ainda não li, mas acabei de ver que já saiu a tradução brasileira, com o título de “Gerencie sua mente, não seu tempo - 52 princípios do código da produtividade“. Eu folheei o meu exemplar e percebi que os 52 princípios se concentram ao redor da idéia central do GTD: criar suportes confiáveis para não ter de ficar mantendo o estado de todas as pendências e tarefas constantemente na sua mente, procurar ativamente (e fechar) as pontas soltas, como ajustar o foco, etc. etc. As dicas e exemplos práticos continuam presentes, então estou recomendando a leitura também

Se você quiser saber mais sobre GTD sem gastar nada, uma boa dica é visitar a página do gtdbr, grupo de entusiastas que discutem, em português, “assuntos relacionados ao sistema de organização pessoal Getting Things Done - GTD - de David Allen”. O grupo não se limita ao método GTD, falando também sobre produtividade e desenvolvimento pessoal e temas relacionados, usando principalmente GTD, mas não exclusivamente. Assuntos relacionados são bem vindos. Você pode visitar o arquivo de mensagens sem fazer parte do grupo, mas para enviar mensagens, ter acesso aos arquivos e outras vantagens, é necessário assinar (gratuitamente) a lista de discussão.

Outra dica é ler os diversos artigos sobre GTD já publicados aqui no próprio Efetividade.net, incluindo:


Entre outros. E muitos outros virão!
Augusto Campos Artigo Original - efetividade.net
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27 Outubro 2006

Dados da Estação Meteorológica de Água Boa – Boletim 013 – 27/10/06

Favor citar ao divulgar a fonte :

Ass. Eng. Agrônomos de Água Boa – AEAAB / SICREDI Araguaia

Setembro 19,1 mm
Outubro 188,4 mm
Novembro 324,6 mm
Dezembro 623,8 mm
------------------------------------------------
Total 2005/2ºSem 1.155,9 mm

Janeiro 190,8 mm
Fevereiro 546,8 mm
Março 218,2 mm
Abril 189,4 mm
Maio 0,0 mm
Junho 0,0 mm
Julho 0,0 mm
Agosto 0,0 mm
Setembro 71,6 mm
Outubro 323,8 mm

Acumulado 2005/2006 2.301,1 mm
Acumulado 2006/2007 395,4 mm

Maior Precipitação em 1 dia
=> 24/10/06 = 91,2 mm
Maior Precipitação em 1 hora
=> 24/10/06 às 15:00 = 63,6 mm


Os dados completos encontram-se nos arquivos abaixo, seguindo a seguinte ordem:

D – Data
H - Rel.Hum.- Humidade Relativa (%) média
T - Airtemp – Temperatura do Ar (Cº) média
R - Radiation – Radiação (W/m2) média
C - Brightness – Comprimento do Dia (horas) total
M - LeafWetness – Molhamento Foliar (horas) total
V - Windspeed – Velocidade do Vento (m/s) média
P - Precipit. - Precipitação (mm) soma


Dados por Hora
Dados por Dia


Gráfico Temperatura:

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24 Outubro 2006

Show de MPB na Inauguração do Shoping Água Boa

Participei com o Grupo de Incentivo à Arte e a Cultura de Água Boa do show de MPB na inauguração do Shoping Água Boa, contando no repertório com as músicas Carinhoso, Andanças, Asa Branca, Águas de Março, Felicidade, Sabiá, Trem das Onze e Aquarela do Brasil.






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11 Outubro 2006

Homenagem ao Dia do Agrônomo - 12 de Outubro

Credo do ENGENHEIRO AGRÔNOMO

Tenho amor aos horizontes largos do campo, ao cheiro da terra, ao cair da chuva, a alegria do sol, as caricias do vento, ao cantico das aves e ao barulho das folhas causado pelo vento.
Tenho amor ao crescer das plantas, ao marulhar das searas, as ondas de ouro dos trigais maduros, ao desabrochar dos flocos de algodao, ao cheiro dos frutos maduros e ao brilho colorido da erva ondulante.
Tenho amor a todos os animals, grandes e pequenos,
criados por Deus para auxiliar o Homem; entemece-me a dedicacao dos cavalos, a indole confiante dos cameiros, a docilidade das vacas e a serenidade dos porcos nos cevados;
E a forma como agradecem o carinho e o cuidado corn que sao tratados.
Por amar estas coisas;
Creio na terra e na vida da gente do campo, nos seus anseios, nas suas aspirates e nas suas crencas ingenuas, nas suas faculdades e forcas para melhorar as condicoes de vida e criar urn ambiente agradavel para os que Ihe sao queridos. Creio nos lavradores como solido esteio da Nacao, reservatorio inesgotavel da sua prosperidade, a mais firme defesa contra os que, de dentro ou de fora, pretendem despoja-la.
Creio no direito do agricultor a um maior bem-estar, a urn nivel de vida que recompense o seu capital, o seu trabalho e a sua pencia e o coloque em situagao identica a dos que trabalham no comercio e na industria.
Creio no seu direito a colaborar corn os vizinhos para a defesa de interesses comuns e creio nos beneficios da ciencia posta a servico do seu born sense.
Creio na integridade dos lares rurais,
na pureza do amor das mocas do campo e na influencia que o lar deve ter sobre a cultura, a arte e a energia.
Creio nos jovens do campo, no seu anseio por se tomarem alguem, no seu direito a receberem preparacao intelectual, fisica e moral, e a responderem ao apelo da terra que reclama os seus bracos.
Creio no meu trabalho, na oportunidade que me da para ser util, no que encerra do espmto de humanidade e de fratemidade.
Creio nos services ao publico de que faco parte, no direito que tern em contar corn minha lealdade e o meu entusiasmo para propagar, seus principios estabelecidos e os ideais dos que buscam e encontram a verdade.
Creio em mim mesmo e humildemente, mas corn toda a sinceridade, ofereco-me para auxiliar os homens, as mulheres e as criancas do campo a tomarem prosperas as suas terras, confortaveis e belos os seus lares, harmonioso o ambiente da comunidade rural e assim, tornar util a minha propria vida.
E por ter amor a todas estas coisas e por crer em tudo isto que eu sou agronomo de campo.

(Extraido de um relatorio de viagens, de agronomos Portugueses.) Publicado em 1954 Extensao Agricola de Miguel Bechara
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09 Outubro 2006

Semelhanças que unem PT e PSDB - II

Editorial do Jornal Estado de São Paulo - 08/10/2006

Enquanto a luta política entre os dois candidatos à Presidência atinge seus níveis de maior acirramento, as equipes econômicas de ambos caminham para uma paradoxal convergência. Tanto de um lado quanto de outro, o núcleo da fórmula para fazer o País sair do atoleiro de baixo crescimento é reduzir as despesas públicas como proporção do PIB. Isso abre espaço diretamente para o investimento público e indiretamente para o privado, com a possibilidade de redução da carga tributária.

A semelhança de estratégias é mais uma demonstração do alto grau de continuidade entre os governos tucano e petista, tanto nas qualidades como nos defeitos. O economista Samuel Pessôa, assessor de Tasso Jereissati (PSDB), descreve esse modelo que perpassa a era FHC e o governo Lula como uma combinação de ajuste fiscal com aumento da carga tributária, crescentes gastos previdenciários e de transferência, juros elevados e baixo crescimento. 'É a opção pela distribuição, no lugar do crescimento', ele diz.


Agora, os dois candidatos prometem o crescimento, sem descuidar da distribuição, e suas equipes econômicas elegeram o controle dos gastos públicos e a contenção da carga tributária como providência inicial. As semelhanças, porém, não devem desviar a atenção das ambigüidades, contradições e divergências de um lado e de outro, que, de certa forma, indicam que as políticas econômicas dos dois candidatos podem ter diferenças também significativas.

Em um eventual segundo mandato de Lula, o bombardeio da ala esquerda do PT à ortodoxia tem tudo para continuar. A contenção das despesas não financeiras, que implica reduzir os aumentos reais do salário mínimo e dos funcionários públicos, pode ser fortemente contestada, embora a tese já tenha a concordância de Lula (ver abaixo).

Outras áreas da estratégia tucana - como o fortalecimento das agências reguladoras e as medidas microeconômicas para melhorar o funcionamento dos mercados e o ambiente dos negócios - aparentemente não empolgam importantes figuras do petismo. Recentemente, o coordenador da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, declarou que a 'agenda perdida' deveria continuar no esquecimento. Trata-se do documento que deu base ao programa de reformas macro e microeconômicas adotado por Antonio Palocci nos seu três anos à frente do Ministério da Fazenda.

Do lado dos tucanos, também há divergências entre os economistas ortodoxos e os desenvolvimentistas. Nos últimos meses, a concordância sobre a necessidade de um 'choque de gestão' para cortar gastos públicos levou a um nível inédito de entendimento entre as duas correntes. Na área cambial, porém, persistem visões diferentes, que podem levar a conflitos se Alckmin se tornar presidente.

Lula agora aceita o déficit zero


Se for reeleito, presidente quer cortar despesas correntes; objetivo é abrir espaço para o investimento

Caso saia vencedor na disputa eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai procurar a oposição para buscar acordo em torno de uma 'agenda de crescimento'. Para isso, adotará bandeiras que até agora rejeitava, a começar por uma guinada de 180 graus nas despesas. Os gastos correntes, no qual se enquadram benefícios previdenciários, assistência social, custeio da máquina e folha de pagamento dos servidores, terão uma freada.

Eles não poderão mais continuar crescendo em ritmo mais rápido do que o da economia, ao contrário do que ocorreu nos últimos três anos. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os gastos correntes passaram de 16,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro ano do mandato de Lula para 16,5% do PIB em 2004, 17,3% em 2005 e são estimados em 18,6% do PIB em 2006. A idéia é aplicar um redutor nesses gastos, que poderá ser de 0,1% do PIB a cada ano.

É, em linhas gerais, o mecanismo proposto pelo deputado e ex-ministro da Fazenda Delfim Netto em seu programa chamado déficit nominal zero. Cortando os gastos e mantendo o mesmo nível de economia para pagamento dos juros (superávit primário) por alguns anos, o governo chegaria ao ponto em que sua arrecadação seria suficiente para cobrir a totalidade de suas despesas, coisa que hoje não ocorre. Este ano, por exemplo, o déficit nominal do governo central alcançou 3,18% do PIB de janeiro a agosto. Considerando todo o setor público, o déficit é de 2,6% do PIB, ou R$ 34,7 bilhões.

A proposta de ajustar as contas públicas no longo prazo chegou a ser discutida no governo em meados do ano passado, mas foi abandonada depois que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a classificou de 'rudimentar' e obteve o apoio de Lula contra a proposta.

Em entrevista concedida ao Estado há duas semanas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o presidente Lula já teria concordado com a idéia, que se tornou um consenso no governo.

Para conseguir cortar as despesas correntes, o governo pensa em medidas como o estabelecimento de um teto máximo para o aumento real do salário do funcionalismo público. Hoje, essas despesas crescem de forma descontrolada. Outra forma é regulamentar a Emenda Constitucional 29, que trata das verbas para a saúde. Diz a emenda que as verbas crescerão na mesma proporção do PIB enquanto não for estabelecida uma regra definitiva por meio de lei. A idéia é fixar um aumento inferior ao crescimento do PIB.

A área de saúde é também candidata a um 'choque de gestão' semelhante ao que vem sendo aplicado na Previdência Social. A idéia é contratar uma empresa de reengenharia de processos, na tentativa de tornar mais eficientes os controles sobre os gastos. No sistema de saúde, o dinheiro é repassado do governo federal para Estados e municípios, que o administram. O objetivo é cobrar melhores resultados. Além disso, a saúde vem utilizando o pregão eletrônico, via Internet, que, na visão do governo, diminui a margem para as irregularidades e garante menores preços.

Na área da Previdência, uma reforma constitucional está, por ora, descartada. O governo acredita que será possível domar o déficit nesse setor com maior eficiência na arrecadação, a partir da criação da Super Receita. Além disso, os reajustes no salário mínimo não serão mais generosos como nos anos anteriores, o que contribuirá para conter o crescimento do déficit.

Com menos despesas correntes, o governo poderá dar atenção aos investimentos. Haverá mais dinheiro no Orçamento para aplicar em obras de infra-estrutura. O governo espera também impulsionar as Parcerias Público-Privadas (PPP), cuja regulamentação só ficou completa em meados deste ano.

DESONERAÇÃO

Além disso, os investimentos privados receberão impulso. Eles deverão ser os primeiros beneficiados num programa de cortes na carga tributária que está em gestação na Fazenda. Bens de capital lideram a lista das prováveis desonerações, ao lado do setor de energia elétrica.

As desonerações ocorrerão graças ao corte nas despesas e também por uma mudança na lógica da Receita Federal, que tradicionalmente é contrária a toda medida de corte tributário por temer perdas na arrecadação. Mantega acha que, em alguns casos, a desoneração pode trazer ganhos de receita e não o contrário. Por exemplo: a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa reduz a carga sobre o segmento. Mas, ao mesmo tempo, pode incentivar a formalização de empresas que hoje não são registradas.

As desonerações ajudarão a manter a competitividade das empresas brasileiras, mesmo num cenário de câmbio flutuante. Se o empresário não tem a vantagem cambial, a idéia é compensá-lo de outras formas.

Alckmin insiste no choque de gestão

Programa econômico do tucano tem como alicerce um forte corte do gasto público como proporção do PIB

O programa econômico do candidato Geraldo Alckmin terá como principal alicerce um forte corte do gasto público como proporção do PIB, por meio de um 'choque de gestão'. A previsão é de que a economia alcance 3 pontos porcentuais do PIB.

Outras diretrizes consensuais entre os economistas que apóiam Alckmin são a recuperação da independência das agências reguladoras e a sua despolitização, além da diminuição dos entraves do ambientalismo radical aos projetos de infra-estrutura e à biotecnologia aplicada ao agronegócio. E há também a retomada da agenda microeconômica de desburocratização e de melhoria do ambiente de negócios. O objetivo final é acelerar o ritmo de crescimento para a faixa de 5% a 6% ao ano.

O principal responsável pelos planos do choque de gestão é o economista Yoshiaki Nakano, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo, e ex- secretário da Fazenda do governador paulista Mário Covas. Segundo Nakano, 'a experiência de São Paulo mostra que é possível fazer uma grande redução de despesas sem mudança constitucional e respeitando os direitos'. Ele dá alguns exemplos do choque de gestão do governo Covas: redução de 37%, em termos reais, de contratos de terceirização, diminuição do custo dos pedágios de uma média de 30% da receita para 8%, e a obtenção de cortes de preços entre 20% e 30% com bolsas e pregões eletrônicos.

Segundo os economistas ligados a Alckmin, a forte redução das despesas públicas não financeiras como proporção do PIB abrirá espaço para uma queda veloz das taxas de juros, que, por sua vez, corrigiria a sobrevalorização do real. Os juros mais baixos aliviariam o custo financeiro do governo, aprofundando o ajuste fiscal e levando o País a caminhar para o déficit nominal (inclui juros) zero. Essa parte da receita agrada muito à ala mais ortodoxa dos economistas pró-tucanos, como Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e Ilan Goldfajn, ex-diretor do BC.

Mas o plano também ataca, em teoria, as preocupações dos chamados novos desenvolvimentistas, como o próprio Nakano e o ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros. Com um real mais desvalorizado e juros muito mais baixos, o Brasil se aproximaria mais do modelo oriental de crescimento puxado pelo comércio exterior. Essa conseqüência, por sua vez, encaixa-se com outro ponto de consenso entre ortodoxos e parte dos desenvolvimentistas, que é uma política externa e de comércio internacional mais preocupada em abrir mercados nos países ricos do que tentar liderar o mundo em desenvolvimento.

CONVERGÊNCIA

O forte ajuste fiscal abriria espaço também para um substancial aumento do investimento público, que puxaria para cima a taxa de investimentos. Outro benefício no médio prazo seria a redução e racionalização da carga tributária, considerada um dos grandes entraves ao investimento privado.

Finalmente, o foco no ajuste fiscal com corte de despesas levou à convergência entre economistas ortodoxos e desenvolvimentistas. 'Existe um consenso em torno do ajuste fiscal; o momento é de contribuir para ganhar a eleição, e não de discutir divergências', diz Mendonça de Barros.

Os ortodoxos estão satisfeitos de ganhar aliados na pregação fiscal. E os desenvolvimentistas, diante da perspectiva de queda dos juros, nas asas da redução da vulnerabilidade externa, da baixa inflação e de um novo aperto fiscal, já não acham tão importante mudar o sistema de metas de inflação.

Mas há riscos para a recente lua-de-mel entre ortodoxos e novos desenvolvimentistas. Uma delas é o câmbio. Caso a prevista desvalorização do real com a queda dos juros não ocorra, os desenvolvimentistas podem se bater por idéias, temidas pelos ortodoxos, como a transferência da política de intervenção cambial do Banco Central para o Ministério da Fazenda. Nesse caso, a idéia seria a de que o governo tivesse uma política deliberada de influenciar a taxa de câmbio, por meio de uma posição explícita sobre o nível ideal e intervenções ainda mais maciças que as atuais.

Mas talvez o maior calcanhar-de-aquiles da estratégia econômica de Alckmin seja aquele apontado recentemente em um trabalho de dois economistas tucanos, Samuel Pessôa e Mansueto de Almeida, assessores de Tasso Jereissati, e de Fábio Giambiagi, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os três demonstram que a explosão dos gastos não financeiros no Brasil aconteceu por conta das despesas sociais e previdenciárias, e não pelo inchaço da máquina pública. Em outras palavras, não haveria tanta gordura para contar.

Nakano descarta essa preocupação. 'Há dois tipos de pessoas que tratam dessa questão - os economistas que só olham os números publicados e aqueles que já foram gestores no setor público e esmiuçaram o problema contrato por contrato, licitação por licitação; com racionalidade, dá para conseguir ganhos enormes'.

Sob Lula ou Alckmin, juro deverá cair mais


Aposta do mercado leva em conta inflação e baixo crescimento do País

Renée Pereira

Uma das únicas certezas do mercado para 2007 é que a curva de juros continuará decrescente, salvo algum desastre na economia mundial. A aposta, independentemente de quem estará no próximo governo, se Alckmin ou Lula, está ancorada no pífio crescimento econômico do País, bem abaixo dos demais emergentes, e na inflação abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5% para 2006.

A expectativa é de que a taxa Selic termine este ano entre 13% e 13,5% - a menor dos últimos 31 anos. Em 2007, segundo a previsão dos analistas, os juros cairiam para 12% e, em 2008, para cerca de 10,5%. Mesmo assim, a taxa real, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, continuaria como uma das maiores do mundo, já que os índices de preços devem continuar em níveis considerados reduzidos.

Hoje a taxa de juro real brasileira está em 9,4% e pode cair para 8,9% se o Comitê de Política Monetária (Copom) decidir baixar a Selic em mais 0,5 ponto porcentual na reunião dos dias 17 e 18. As taxas de juro real da Turquia, China e México estão em 5,1%, 4,9% e 4,4% ao ano, respectivamente, segundo a UP Trend Consultoria Econômica.

Os cenários traçados pelos analistas embutem um ambiente externo tranqüilo com uma desaceleração gradual da economia americana e um ajuste suave do preço das commodities. 'Não acreditamos numa recessão que pegue o mundo no contrapé. O banco central americano tem sinalizado que deve manter a taxa neste ano, podendo reduzi-la a partir de 2007', diz o economista da consultoria MB Associados Sérgio Valle.

O economista do Banco Real Jankiel Santos lembra que o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima o crescimento da economia mundial e de alguns preços de commodities. 'O mundo está crescendo mais que nos últimos 20, 30 anos', afirma ele.

Por esse motivo, boa parte dos economistas acredita que o Banco Central (BC) foi muito conservador no recuo da Selic este ano e perdeu uma grande oportunidade de dar um salto no ritmo da atividade econômica. Desde setembro de 2005, quando o Copom iniciou o ciclo de aperto monetário, a Selic caiu 5,5 pontos, de 19,75% para 14,25%. Trata-se do mais longo período de redução dos juros desde a criação do Comitê. Apesar disso, a atitude poderia ter sido mais agressiva, avaliam analistas. Além da inflação baixa, o crescimento econômico apresentou desempenho decepcionante no primeiro semestre - de 2,2%. Enquanto isso, a previsão é que a China cresça 9,5%; a Índia, 7,3%; e a Rússia, 6%.

'Daria para ter reduzido a taxa mais rapidamente, mas por um viés ideológico optou-se por um conservadorismo exacerbado', afirma o economista da RC Consultores Fábio Silveira. Para ter uma idéia, diz ele, na última ata do Copom os dirigentes ainda demonstravam temor quanto ao preço do petróleo, que já estava em queda. Na opinião dele, se for mantido o governo atual, o ritmo de queda dos juros continuará lento.

Até porque o BC vai querer avaliar o impacto da queda dos juros na economia. 'É uma situação nova. Nunca tivemos juros tão baixos com inflação tão baixa', afirma Santos. A expectativa do mercado e do setor produtivo é de que a possível entrada de Geraldo Alckmin acelere a queda dos juros. Mas o economista do Banco Fator José Francisco Gonçalves lembra que é no primeiro ano de um governo que se faz todo tipo de maldade.

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08 Outubro 2006

Semelhanças que unem PT e PSDB

Por Josias de Sousa - Folha-UOL

Lula e Alckmin terão neste domingo o primeiro tête-à-tête da eleição presidencial. Tentarão, obviamente, demarcar diferenças. E elas de fato existem. Porém, se o eleitor espremer os olhos, se observar os arredores das duas campanhas, perceberá que o que mais chama a atenção não é a dessemelhança entre os projetos de poder do petismo e do tucanato. O que salta aos olhos são as semelhanças.


Em passado recente, o eleitor tinha de fazer meia dúzia de raciocínios transcendentes para entender o universo da política. Tinha de decidir se o pragmatismo do PSDB era melhor do que o puritanismo do PT, se a social-democracia responderia às dúvidas que o socialismo foi incapaz de responder, se a ética da responsabilidade prevaleceria sobre a ética da convicção, se isso, se aquilo...



Hoje, a coisa é bem mais simples. Figuras como Karl Marx e Max Weber tornaram-se descartáveis. Falidas as ideologias, o templo da política consolidou-se como uma congregação de homens de bens. Vigora nas relações entre Executivo e Legislativo a lógica do negócio. Tudo está subordinado a ela, inclusive os escrúpulos.

Desgraçadamente, é no terreno da ética que PT e PSDB mais se aproximam. Para defender-se das perversões que infelicitam a sua gestão, Lula passou a semana colecionando depravações que turvaram a era FHC—da compra de votos da reeleição à entrada em cena Vampiros e Sanguessugas, ainda em 2001. Se for espicaçado no debate deste domingo, o presidente irá esgrimir o argumento de que a corrupção que grassa à sua volta é uma herança do tucanato.

A tática de Lula permite a qualquer criança, mesmo as que fedem a cueiro, entender o que outrora parecia obscuro no processo político: PT e PSDB, que representam a fina flor da política nacional, irmanaram-se na abjeção. O ex-PT já não pode sustentar a farsa de que está imune às tentações alheias.

Desgraçadamente, o desenrolar da campanha informa ao eleitor que não há no horizonte nenhuma evidência disponível de que as urnas produzirão um surto de probidade. O presidente eleito, seja ele quem for, estará submetido ao mesmo ambiente que propiciou a anarquização da política brasileira.

Num cenário conspurcado pela corrupção, o que se espera de um líder é que fixe padrões morais para os seus liderados. Diante das extravagantes alianças que começam a se formar ao redor de Lula e Alckmin, fica difícil enxergar em ambos capacidade para se firmar como lideranças éticas. A despeito das qualidades e da honestidade de cada um.

A atual campanha deveria representar, antes de tudo, um marco estético. Não é, porém, o que se verifica. Sob o pretexto de que a um candidato não é dado rejeitar apoios, Lula e Alckmin vão se acercando do que há de mais fisiológico e perverso no quadro partidário. Recompõe-se em torno dos dois o velho centrão de sempre. Amorfo, isotrópico, inefável.

Impossível antecipar a essa altura o nome do próximo presidente. Algo, porém, pode ser previsto com segurança: seja quem for, tão logo passe a euforia da vitória, o eleito estará enredado pela fisiologia de sempre. A mesma fisiologia que produziu mensalões, sanguessugas, vampiros, Sudans, Sudenes... Diz-se que não há outro modo de governar senão reunindo essa tropa, remunerada à base de privilégios, verbas e cargos. Até quando?

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03 Outubro 2006

DESENVOLVIMENTO RURAL: Da Dependência ao Protagonismo do Agricultor



Desde de a época em que trabalhava na EMPAER-MT admirava as idéias a respeito de Desenvolvimento Rural de Polan Lacki, Engenheiro Agrônomo paranaense, que durante muitos anos trabalhou na FAO.

O seu pensamento versa sobre a emancipação dos agricultures em relação à dependência dos governos, tecnologia apropriada, eficiência gerencial e educação rural.

Recentemente descobri o seu site com uma série de artigos.

Dentre seus artigos, gostaria de destacar este:
Buscando soluções para a crise da agricultura: no guichê do banco ou no banco da escola?

Nestas éopcas de crise agrícola, esta leitura clareia os horizontes.

e-mail: Polan.Lacki@onda.com.br
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19 Setembro 2006

Palestra: As Diferentes Formas de Administrar

Realizei na Faculdade Catedral de Água Boa, a convite dos alunos do curso de Administração de Pequenas e Médias Empresas, em comemoração à Semana do Administrador, a palestra "As Diferentes Formas de Administrar", onde abordo a Gestão Empírica, a Gestão da Era da Informação e a Gestão Sistêmica e Estratégica.

Apresentação da Palestra
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Recital


Realizou-se em 18 de agosto, Recital de Música Erudita de Água Boa com a participação de vários musicistas de Água Boa. Com repertório clássico de músicas bastante conhecidas, a apresentação encantou a plátéia, e deu conhecimento a comunidade de vários talentos musicais existentes em nossa comunidade.
O evento foi uma iniciativa do Grupo de Incentivo à Arte e a Cultura de Água Boa, coordenado pela Sra. Margot M. Luvison, e teve como objetivo a divulgação da música erudita e o enriquecimentto cultural de nossa cidade.
Eu participei tocando Viola de Dez Cordas nas músicas Bolero de Ravel, TremCaipira (Toocata - Bachiana nº 2) de Villa-Lobos e a Nona Sinfonia de Bethoven.
O programa com as músicas e o currículo dos participantes pode ser visto aqui.
Algumas músicas em Mp3:
Bolero de Ravel
Minueto de Bach
Nona Sinfonia


Album de Fotos:



Recital

Aug 25, 2006 - 46 Photos

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Yamandú Costa

Página com pequena biografia de Yamandú Costa, considerado hoje o maior violonista brasileiro, e que morou em Água Boa e Canarana entre 1994 e 1996

Biografia - Yamandú Costa
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Pressionada, indústria se rende à soja responsável


Matéria no Valor Econômico - Agronegócios - Online

Fórum quer criar cartilha para enquadrar o produto
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Escola como Empresa e o Prova Brasil


A pedido de minha amiga Irene Manhães, que está fazendo pós-graduação em Administração Escolar, escrevi algumas idéias sobre Escola como Empresa sob o enfoque da Administração:

1 - O sucesso da Empresa/Escola depende primordialmente da qualidade de seu líder (Empresário/Diretor) e da participação de seu público alvo (Clientes-Comunidade Escolar)

2 - É fundamental também um planejamento bem feito (Planejamento Estratégico/Projeto Político Pedagógico)

3 - Este planejamento deve estar alicerçado num sistema de monitoramento e avaliação das metas e objetivos (Sistema de Informações Gerenciais/Sistema de Avalização da Qualidade de Ensino)

3 - A análise de eficiência feita na educação pública no Brasil está invertida. Numa empresa, quanto mais ela gasta, menos eficiente é. Na educação pública, quanto mais se gasta, mais eficiente é. Os políticos gostam de se gabar: "Este ano gastamos 30% de nossos recursos em educação", mas qual é o resultado atingido ?

4 - Numa Empresa, o simples aumento de salário dos funcionários sem melhorias no sistema gerencial, na liderança, no ambiente de trabalho e no treinamento e qualificação não garantirá que este aumento resulte em melhorias na qualidade dos produtos, no atendimento ao cliente e nos resultados da empresa. Assim também na educação, a melhoria salarial dos profissionais da educação, que sabemos que é necessária e urgente, por si só não garantirá a melhoria da qualidade de ensino.

O começo da melhoria é a escolha de bons líderes e o envolvimento da comunidade.

Links:
Para saber mais sobre o Prova Brasil:

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Lost Brasil : Os diferentes tipos de liderança em Lost




Lost Brasil : Os diferentes tipos de liderança em Lost: "
Os diferentes tipos de liderança em Lost

Quem ainda não viu o Seriado Lost está perdendo um dos Grandes Seriados - e também um dos Grandes Fenômenos de Mídia - dos últimos anos. Quem já viu, sabe do que estou falando.

A trama é muito simples: um avião cai em uma ilha deserta do Pacífico, perdida no meio de lugar nenhum. De início, eles ficam esperando por um resgate, mas logo percebem que este resgate nunca virá. Aos poucos, eles começam a constituir grupos, amizades, alianças. Existe a necessidade de se organizarem a fim de garantir a sua sobrevivência. Líderes - ou candidatos a líderes - surgem e são, de alguma forma, testados. No fim sobram dois: o Médico Jack Shephard e o enigmático John Locke. Todo o eixo da primeira temporada revolve ao redor destes dois. Eles representam formas diametralmente opostas de se encarar a realidade - e, também, por conseqüência, formas inteiramente distintas de se exercer a liderança. Falaremos aqui do primeiro destes dois e deixaremos o segundo para uma outra oportunidade, caso se apresente.


O Dr. Jack Shephard é o típico líder integrador. Este tipo de líder se caracteriza principalmente por duas coisas. Ele se caracteriza, primeiro, por um alto senso de coerência interna, ou seja, de integridade, no sentido maior desta palavra - ou, pelo menos pela busca desta coerência. Em segundo lugar, este tipo de líder se caracteriza por uma capacidade de transpor esta integração - que lhe é inerente - para o meio que o cerca. Ele está sempre buscando integrar as pessoas à sua volta em torno de um propósito comum. Quando se fala em "Liderança baseada em Caráter" ou algo do tipo, se fala principalmente deste tipo de líder.

Também quando se fala que "Primeiro se deve Buscar a Auto-Liderança para depois se exercer a Liderança junto aos outros" é quase impossível não pensar no líder integrador, pois é exatamente isso que ele faz: ele primeiro busca se integrar para depois integrar o grupo. Uma imagem simples, porém poderosa, deste tipo de líder é a do pastor de ovelhas, que quando uma ovelha se perde do rebanho, ele vai atrás dela para trazê-la de volta e reuni-la ao rebanho. O nome do personagem, "Shephard", em sua origem, não significa outra coisa a não ser exatamente isso: "pastor" e, mais precisamente, "pastor de ovelhas". Em vários momentos ao logo dos episódios - nos vemos pessoas que se afastam emocional ou mesmo fisicamente do convívio do grupo e que são resgatadas por Shephard - como se fora um pastor atrás das ovelhas. Este comportamento, inclusive, gerou, em páginas de fãs a seguinte discussão: "Porquê o único médico do grupo de sobreviventes está sempre se embrenhando na floresta atrás de qualquer um que some?". A resposta já foi dada aqui: não seria possível a Shephard fazer de outra forma, pois esta é a natureza do líder integrador. Nisto consiste, ao mesmo tempo, a sua força e a sua fraqueza.

Muito embora Jack Shephard tenha se firmado na segunda temporada como o líder inconteste dos sobreviventes do vôo 815, houve um momento em que esta liderança parecia oscilar entre ele e o misterioso John Locke. Talvez um dos acontecimentos mais significativos, mais marcantes, da primeira temporada foi quando vimos Locke "abdicar" do papel de líder em favor de Jack. Acredito que Locke tenha de alguma forma pressentido que o grupo necessitava daquele tipo de liderança que só o Dr. Jack seria capaz de proporcionar e, por isso, deu um passo atrás, deixando-o assumir "a frente". De fato, foi só a presença de uma liderança integradora que permitiu que o grupo se tornasse coeso, construísse uma rotina e superasse as adversidades do ambiente. Isto fica particularmente claro na segunda temporada, quando somos apresentados a um outro conjunto de sobreviventes. No desenrolar da trama, se torna evidente que foi a falta de uma liderança neste segundo grupo que fez com que os membros fossem abatidos um a um até se encontrarem com o grupo liderado por Shephard.

Autor: Tadeu Alvarenga é sócio-diretor da Alves e-com Alvarenga Consultoria em Gestão e Desenvolvimento de Pessoas.

Fonte: Callcenter - 21/6/2006 - 13:06
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Gestão baseada em Fatos

Autoria:Edson Vaz Musa
Sócio controlador da Caloi
Vice-presidente da FNQ - Fundação Nacional da Qualidade

Não se pode gerenciar o que não se sabe medir e explicar.

Durante muito tempo a administração das empresas baseou-se apenas em intuição do gestor, situação que perdurou até meados dos anos 1980. Nessa época, ganharam força os movimentos em prol da qualidade, que trouxeram à cena a importância dos dados, das informações para a gestão. A tendência passou a ser então um objetivismo exagerado. A imagem que melhor traduz a variação entre essas visões antagônicas é a de um pêndulo em movimento – e a verdade está no meio: a boa gestão deve se basear em dados, mas sem desprezar a intuição.


Uma das máximas da qualidade é que não se sabe gerenciar o que não se sabe medir, à qual acrescento: não se sabe medir o que não se sabe explicar e não se sabe explicar o que não se conhece. Medir é necessário, mas não sem critério. É importante saber determinar o que medir, quais os indicadores são mais relevantes, e quais fundamentos serão usados nessa mensuração. Recorrer a um excesso de medidas constitui um erro grave, pois se perde o foco na pilotagem e na melhoria do desempenho. O gestor deve medir o estritamente necessário.

Recorro aqui a uma metáfora com o motorista de um carro. A tecnologia permite que o condutor tenha à sua disposição uma enorme quantidade de medidas, mas, para dirigir, não é preciso consultar todas essas informações. O excesso de dados no painel pode confundir o motorista e dificultar a pilotagem. O painel de controle deve ter apenas os mostradores fundamentais e alguns leds para medidas complementares, que só acendem quando algo está fora de controle como, por exemplo, o nível do óleo. O motorista que segue de São Paulo para o Rio de Janeiro e tem um problema econômico, precisa monitorar o consumo de combustível de modo a seguir na velocidade em que obtenha a maior economia. Já aquele que tem necessidade de chegar ao destino no menor tempo possível, deve conduzir o veículo no limite de velocidade permitido, e, neste caso, se o tempo é fundamental, o consumo de combustível é menos importante. A estratégia é que condiciona os dados que devem ser aferidos e, por conseqüência, pelo “estilo” da pilotagem.

Nos dois casos, a estratégia definida se baseia em apenas um dado: no primeiro, o consumo; no segundo, o tempo. O sonho de todo administrador é, ou deveria ser, ter um único indicador de desempenho para sua empresa. Isso permitiria que ele fizesse sua gestão controlando apenas um fator. Mas seria necessário que esse indicador fosse suficientemente “estruturante” para revelar o desempenho da empresa e traduzir esse desempenho.

Um executivo que assumiu uma companhia aérea norte-americana elegeu a pontualidade de seus vôos como fator de medida. Ele ficou convencido de que, ao controlar e melhorar a pontualidade, o check-in, o pessoal de terra, a manutenção, os pilotos, fornecedores, enfim, que os diversos setores de dentro e fora da empresa deveriam apresentar um bom desempenho.

O gestor, no entanto, deve estar muito atento no momento de eleger o instrumento de medição mais apropriado. Um micrômetro, por exemplo, não é adequado para medir a distância do Rio de Janeiro a São Paulo. Trata-se de um instrumento preciso, mas não exato para essa tarefa. A evolução tecnológica trouxe um sem-número de novas medidas, mas cabe ao executivo analisar qual delas é a mais relevante dentro de sua estratégia.

Outro conceito muito importante é o da variabilidade dos controles. Todo processo possuiu uma variabilidade que é intrínseca ao próprio processo ou ao instrumento de medida. Existe um intervalo em que a variação dos resultados fica dentro do que se chama de limites de controle. Neste caso o gestor tem que aceitar esse fato e trabalhar com valores médios em vez de tentar alterar a regulagem precipitadamente. E, se um resultado sai desse limite, quando acontece um ponto fora da curva, é preciso avaliar se isso se deve a alguma causa especial. De todo modo, é uma missão do dirigente trabalhar sempre pela redução da variabilidade do processo e por sua otimização.

A gestão baseada na análise precisa de indicadores e uma boa dose de intuição do dirigente, tendo em vista que o futuro nem sempre é previsível ou mensurável. Isso é que faz a diferença fundamental do bom dirigente.

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Meu Currículo

Fazer download aqui (PDF): Currículo
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Água Boa na Wikipedia



Publiquei um Artigo sobre Água Boa na Wikipedia: Artigo

A Wikipedia é hoje considereda a melhor Enciclopédia, melhor até que a Britânica, tendo sido até reportagem de capa da revista Época. É uma enciclopédia colaborativa, isto é , são os próprios internautas que escrevem os artigos. Por incrível que parece isto funciona.
Conforme a revista Nature a Wikipedia pode ser 'tão precisa quanto Britânica'

Peço a colaboração de todos para completar e aperfeiçoar o texto e os dados.

Para aprender a editar páginas na Wikipedia clique aqui
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Ingeburg e Sofia


Minha esposa Ingeburg e minha filha Sofia. Ao fundo, quadro de Girassóis pintado por Ingerburg

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Meus RSSs (Feeds/News) - Leitor de Notícias



Como ler notícias rápidamente de vários sites em apenas uma página


Agora você pode acompanhar as notícias em tempo real através do formato RSS (Really Simple Syndication). Este formato foi criado em 1997 e usa a tecnologia XML (Extensible Markup Language) para a publicação automática de conteúdo e links de um site em outros. Ele também permite o uso de programas conhecidos como leitores de RSS ou agregadores, que reúnem o conteúdo de diversos sites que fazem uso deste formato em uma única interface.

Os arquivos RSS - também chamados de feeds - trazem o título e o primeiro parágrafo das notícias, além de um link 'Leia mais', que permite ler o texto completo da notícia.

Agregadores

Para ler as notícias no formato RSS é preciso fazer uso de um software agregador. Esse tipo de programa busca os feeds dos sites escolhidos pelo usuário e pode apresentá-los em um formato parecido com o dos programas de e-mail. Isso permite acompanhar as novidades de um grande número de sites sem precisar visitá-los um a um.

Existem agregadores que rodam diretamente no computador do usuário e outros que funcionam acoplados ao navegador.

Gostaria de sugerir como leitor de news o do Google:
www.google.com/reader

É necessário ter uma conta no Gmail.
Este leitor é muito prático e rápido, podendo ser acessado de qualquer navegador sem ter que instalar nada no computador.


Boas Notícias
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11 Novembro 2005

Plantio Direto, o Sal da Terra


[2005-11-10] Plantio direto, o sal da terra: "No princípio era o arado puxado por animais. Depois vieram os implementos agrícolas com sofisticada mecanização, processos de irrigação e uso intensivo de fertilizantes e agro-químicos para atender às necessidades crescentes de produção. E a produtividade foi, durante décadas, o único parâmetro para medir a eficiência do processo agrícola. A degradação das terras alertou para a necessidade de outros indicadores para avaliar os sistemas de produção."
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09 Novembro 2005

Direção Artística do CTG Coração Gaúcho


Assumimos, eu e Ingeburg, a Direção Artística do CTG - Centro de Tradições Gaúchas - Coração Gaúcho, de Água Boa, juntamente com o Patrão Olmeri Barcelos de Carvalho.

Na primeira reunião com o Patrão Olmeri e o Prof Mitielo foi definido como prioridade a reconvocação de todos os participantes e a preparação para a apresentação no evento de Natal.

Discutíu-se também a necessidade confecção de indumentária, principalmente para as prendas, mas a um custo que seja acessível, sendo que em breve teremos opções de modelos e orçamentos.

Para o ano que vem pretende-se trabalhar também outras atividades com Chula, Poesia, Música e Primeira Prenda.

Pretende-se também apoiar a iniciativa de um grupo de invernada adulto.

O próximo ensaio será segunda feira, dia 14, às 18 horas n Centro de Concivência da Prefeitura, estando aberto a todas que já participaram ou que queiram começar a participar.
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05 Novembro 2005

Ante-Projeto de Centro Experimental de Água Boa


A Associação dos Engenheiros Agrônomos de Água Boa elaborou um Ante-Projeto de implantação de um Centro de Experimentação Agronômico em Água Boa, com o objetivo de testar cultivares e validar tecnologia para as condições da região.
O primeiro contato com a Prefeitura de Água Boa já foi realizado e o próximo passo agora é convidar as demais entidades para a formatação final do projeto e início dos trabalhos.
Durante as discussões surgiu a idéia de se criar a Fundação de Pesquisa Araguaia, para gerir este Centro de experimentação e promover a divulgação de seus resultados.
A seguir apresentamos o Ante-Projeto:

Ante-Projeto do Centro de Experimentação de Água Boa
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29 Outubro 2005

Estação Meteorológica de Água Boa - AEAAB/Sicredi Araguaia



Foi inaugurada durante a EXPOVALE em Água Boa a Estação Meteorológica de Água Boa.
A implantação da Estação foi iniciativa da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Água Boa, e contou com o patrocíni do SICREDI LESTE e apoio da Prefeitura de Água Boa.

Esta estação fornece os dados de temperatura, humidade relativa, chuva, radiação solar, molhamento foliar e velocidade do vento.

Através da Estação será possível o conhecimento exato de nosso clima, sabendo exatamente quanto choveu, qual a temperatura média da região, quais os períodos de menor humidade relativa entre outras informações.

Para os engenhoiros agrônomos e agricultures a estação terá fundamental importância pois auxiliará na definição da melhor época de plantio, na escolha de variedades, no monitoramento das condições favoráveis à ocorrência de doenças e na melhoria da aplicação de defensivos.

Após se ter uma série histórica de dados com mais de cinco anos, estes dados poderão ser utilizados pelos institutos meteorológicos para melhorarem a previsão climática para Água Boa.

Os recursos utilizados para patrocinar a estação foram do FATE (Fundo de Assistência Técnica e Educacional) , totalizando R$ 14.731,00

A participação da SICREDI Leste neste projeto foi fundamental, demonstrando interesse pelo aprimoramento técnico e econômico de nossa agricultura e pelo desenvolvimento de nossa comunidade, concretizando uma antiga aspiração da comunidade agromômica e científica da região.



Projeto de Implantação da Estação Meteorológica

Boletim Meteorológico 001
Boletim Meteorológico 002
Boletim Meteorológico 003
Boletim Meteorológico 004
Boletim Meteorológico 005
Boletim Meteorológico 006
Boletim Meteorológico 007
Boletim Meteorológico 008
Boletim Meteorológico 009
Boletim Meteorológico 010
Boletim Meteorológico 011
Boletim Meteorológico 012






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28 Outubro 2005

BAGOLIN & CIA LTDA - Histórico



A BAGOLIN & CIA LTDA - A Casa do Produtor Rural, atua no ramo de insumos agropecuários em Água Boa - MT, desde 1981, oferencedo produtos e serviços de qualidade ao agricultor e ao pecuarista.

Neste artigo, transcrevo o histórico da empresa aprsentado durante a inauguração de suas novas dependências, em Outubro de 2004.

A BAGOLIN E CIA LTDA foi fundada em junho de 1981, com o objetivo de propiciar aos produtores rurais, insumos agrícolas para a sua produção.
Inicialmente com o nome de Tapir Comércio e Representações Ltda a empresa estabeleceu sua sede em Água Boa, na rua 6, em frente a atual Praça Fernando Luiz Furian, tendo um filial em Barra do Garças. Com a emancipação do município e a inauguração da agência do Banco do Brasil todas as atividades foram centralizadas em Água Boa, desativando-se a filial de Barra do Garças. Na época os principais produtos eram insumos para a cultura do arroz, como adubo e tratamento de sementes, pois o arroz era a base da economia da região.
Em 1983 surge a cultura da soja, e a empresa assume a representação da Hoescht do Brasil, com grande linha de defensivos para esta cultura. Mais tarde a Hoescht se transformaria em AgrEvo , depois em Aventes e esta em Bayer, representação esta muito importante no mercado até hoje,
Nesta época também, a empresa assume a representação dos Fertilizantes Ipiranga Serrana, hoje Serrana Bunge, também com grande qualidade e presença no mercado, sendo a Bagolin uma das mais antigas representantes desta marca no Mato Grosso.
A partir do início dos anos noventa, com o declínio da agricultura, e ascensão da pecuária a Bagolin também entra neste ramo, com o sal mineral Mitsui, atualmente PCS. Novamente a qualidade do produto é um dos diferenciais da empresa.
Em 1997 a Bagolin inicia a fabricação própria de rações a sal mineral, culminando com o lançamento do VITAFÓS, a marca própria da Bagolin, em 2004.
A partir de 2000 inicia outra diversificação de suas atividades, abrangendo as áreas de ferragens, medicamentos, botas e chapéus, ferramentas e utensílios em geral, atendendo tanto as necessidades da agricultura e pecuária comerciais quanto do pequeno produtor rural , bem como dos proprietários as hortas e jardins da área urbana.
Durante estes 23 anos muitas crises se passaram, na agricultura, na pecuária, na região e no país. Plano do Sarney, Plano Collor, Plano Bresser, Plano Real. Durante este período muitas pessoas chegaram, algumas saíram. Revendas abriram, revendas fecharam. Mas o importante é que fazendo um balanço destes anos, temos um resultado altamente positivo. Nossa empresa cresceu, mas não cresceu sozinha. O município e a região cresceram. Os produtores se desenvolveram.
Ao longo desse tempo tivemos um enorme salto tecnológico, tanto na agricultura quanto na pecuária, e a Bagolin teve a sua parcela de contribuição com palestras, dias de campo, pesquisa e assistência técnica. Basta comparar a produtividade que de hoje com a de 20 anos atrás.
Para finalizar, gostaríamos de dizer que a história da Bagolin se deve a seus clientes, que muito mais que clientes são amigos, Três valores nortearam e norteiam a empresa desde o princípio: a honestidade, a qualidade dos produtos e a amizade dos clientes. Por isso nosso lema e nossa missão e é ser a “Casa do Produtor Rural”.
Para tanto estamos apresentando a comunidade aguaboense nosso novo lar, no qual teremos o maior prazer e lhes receber e atender.

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27 Outubro 2005

Pequeno Manual de Associativismo e Cooperativismo


Relendo este material que elaborei enquanto atuava na EMPAER, achei o mesmo bastante atual.

Apesar de bastante resumido espero que ajude na organização de Associações e Cooperativas

Pequeno Manual de Organização de Associações e Cooperativas
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Estudo da Realidade Municipal - 1996



Durante o tempo que estive a frente da unidade EMPAER de Água Boa - MT, elaborei, juntamente com o CODERMA - Conselho de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente de Água Boa, o Estudo da Realidade Municipal, contendo dados sobre Solos, Clima, Hidrografia, Vegetação, Economia, Preços Agrícolas, e um disgnóstico da realidade rural feito pelas entidades representativas do setor.

Apesar de ter quase uma década, e de neste período ter havido o desmenbramento do município de Nova Nazaré, publico-o aqui por entender que tem dados históricos relevantes, e ser uma boa refererência sobre os aspéctos físicos e biológicos da região.

Estudo da Realidade Municipal de Água Boa - 1996

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25 Outubro 2005

Ações na Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Água Boa


Durante o período de 2001 a 2004 fui Secretário de Planejamento da Prefeitura de Água Boa - MT, atuando nas áreas de Planejamento Estratégico, Planejamento Orçamentário, Orçamento Participativo, Gestão de Políticas Públicas, Gestão de Processos, Gestão de Pessoal, Plano Municipal de Educação entre outras atividades.

Foi uma experiência muito rica, trabalhando em várias áreas da gestão pública e da administração.

Relaciono abaixo algumas das ações executadas:

Ações Sec. Planejamento

1 - Planejamento Estratégico
2 - PPA 2002-2005 - Plano Pluri Anual
3 - Plano de Cargos Carreira e Salários - Lei Complementar 14
4 - Implantação da Avaliação de Desempenho dos Servidores Municipais
5 - Reformulação do Código Tributário - Lei Complementar 19
6 - Orçamento Participativo 2002
7 - Apoio à implantação do CadÚnico - Cadastro Único dos Programas Sociais
8 - Apoio à Implantação do CadSUS - Cadstro dos Usuários do SUS
9 - Implantaçção do Software Livre na Administração Pública (OpenOffice e Linux)
10 - Informatização com os vários novos sistemas.
11- Padronização das rotinas de trabalho e elaboração do Manual de Procedimentos Administrativos
12- Elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano
13 - Elaboração de estudo sobre projeto de novo Código de Obras Municipal
14 - Treinamento e Qualificação dos servidores atrvés de vários cursos, entre os quais Atendimento em Saúde, Gestão Escolar, Formação de Equipes, Programação Neurolinguística, 5S e Organização no Trabalho, Motivação e Desenvolvimento Pesoal, dentre outros.
15 - Organização da Conferência Regional das Cidades
16- Apoio à elaboração do Plano Munipal de Educação
17 - Apoio à elaboração do Plano Municipal de Assistência Social
18- Apoio à elaboração do Código Sanitário do Município.
19 - Regularização das dívidas junto ao INSS
20 - Implantação e estrtuturação da AguaPrevi - Previdência Municipal
21 - Criação do Mapa Viário do Município
22- Criação do Mapa Multifinalitário da área urbana
23 -Apoio à revisão do Cadastro Patrimonial Imobiliário da Prefeitura
24- Acompanhamento da arpovação de Loteamentos Urbanos
25- Construção do Site da Prefeitura na Internet
26 - Acompanhamento de processos ambientais junto a FEMA
27- Acompanhamento dos Conselhos Setorias
28- Aprovação do financiamento do Programa de Modernização Administrativa e Tributária
29- Implantação da Ouvidoria Municipal
30- Acompanhamento dos processos de concessão, permissão e autorização de serviços públicos
31- Acompamhamento da elaboração do projeto do novo Paço Municipal
32- Realização de Concurso Público em2002
33- Estruturação do PROVE - Sabor do Araguaia - Programa de Verticalização da Produção Agroindustial Familiar

Em breve estare postando aqui os principais documentos produzidos durante este período.

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19 Outubro 2005

Cooperativismo: Novos Conceitos


São apresentados neste texto alguns conceitos básicos sobre Cooperativismo, formulados ao longo do curso de especialização MBA - Gestão Empresarial de Cooperativas - da Fundação Getúlio Vargas, e em minha vivência de cooperativismo, na Sicredi Araguaia, na Coopasul - Cooperativa de Consumo dos Professores e Estudantes da UFV, Cooperativa de Trabalho de Engenharia Agronômica e Coopercana.


Conceito: Cooperativa é o empreendimento econômico de propriedade e sob controle de seus usuários, que realiza a intermediação dos interesses econômicos desses com o mercado, e que distribui benefícios e custos na razão da utilização que os usuários-proprietários fazem dos serviços a eles disponibilizados.

Princípio da Identidade: Este princípio especifiça que o proprietário da empresa cooperativa (dono do capital) é ao mesmo tempo usuário, considerendo-se usuário o fornecedor, consumidor, trabalhador, usuário de serviços, tomador de crédito e aplicador conforme o tipo de cooperativa
Comentário: Atualmente o associado tem plena consciência da sua condição usuário-cliente, mas tem uma consciencia muito precária da sua coudição de dono proprietário.

Princípio da intermediação: A cooperativa realiza a intermediação de bens, serviços ou trabalho entre os associados e o mercado e entre si própios de modo a agregar valor a produção e aumentar o poder de barganha dos associados
Comentário: A cooperativa está pemannentemente disputando o associado com o mercado pois o mesmo participará economicamente da cooperativa na medida em que seja vantajoso. Assim sendo a cooperativa tem que ser competitiva, eficiente e eficaz para que possa fidelizar os associados.

Associados::
- Ótica Associativa
- Compreensão parcial pa ótica empresarial.
- Visão de cliente.
- Necessicidade de compreenper gue é dono (Ótica Empresarial)

Colaboradores:
- Ótica Coorporativa
- Compreensão parcial da ótica associativista e empresarial.
- Visão Operacional.
- Necessidade de compreenper a relação Dono-Usuário (Ótica Associativa) e comprender os Objetivos Estratégicos (Ótica Empregarial)

Gerentes:
- Ótica Empresarial
- Compreensão parcial da ótica associativista.
- Visão Tática
- Necessidade de entender a relação Dono-Usuário (Ótica Associativa)

Direção:
- Ótica de Direção e Controle
- Responsável pelo equillbrio das visões e direcionamento administrativo do conflito.
- Visão Estratégica
- Neceseidade de representar a vontade dos associados (Controle Democrático)

Considerando-se os conceitos acima apresentados, o trabalho de nucleação tem por objetivo de incorporar percepção do associadodo de Usuário-Cliente, a percepção de Dono-Proprietário.
Este processo pode ser desenvolvido em 3 etapas:

a) Atração do associado à participação através de temas relacionados à perspectiva do Usuário-Cllente. Podem serfeitas discussões a respeito dos produts e serviços oferecidos pela cooperatlva. Nesta fase o núcleo funciona como uma Ouviduria e como meio de avalar qualitivamente o nlvel de satisfação dos usuários.

b) Formação dos associados com informações sobre o funcionamento da cooperativa, seu plano estratégico e avaliação de resultados. Esta fase é preparatória e pré-condição a etapa seguinte.

c) Participação dos associados no processo decisório estratégico da cooperativa. Embora o núcleo forneça informações importantes para dia a dia pa cooperativa, aqui não se trata de participação no processo decisório tático e operacional que é responsabllidade dos gerentes e diretoria. A particlpação se refere ao processo decisório estratégico da cooperativa. Este, ocorre principalmente nas Pré-Assembléias, Assembléias e Conselho de Administração. O papel do núcleo no processo decisório estratégico é com base na avaliação de resultados, discutir os temas relevantes, atuando de forma propositiva, consultiva e de formação de opinião.

Controle Democrático
Visão na perspectiva do Dono-Proprietário
Fidelização do associado
Melhoria contínua dos produtos e serviços

Decisão Ágil X Controle Demoçrático
Apatia X Oligarquia
Condições Estruturais e Motivacionais
Ponte de Ligação e Caixa de Sugestão

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